Explorar a Amazónia e Manaus em quatro dias, é percorrendo rios silenciosos, copas vertiginosas e silhuetas de portos palafíticos à beira da água imensa que respira a pulsação ancestral da floresta, enquanto cada entardecer se dissolve num espelho opaco do Rio Negro.
Visitar a Amazónia é visitar a sua mítica capital: Manaus. Aqui o centro de todas as atenções é o Teatro Amazonas, que sob luz dourada de manhã domina todo o centro histórico. Mas é também saborear iguarias tropicais no mercado de ferro do Adolpho Lisboa, testemunhar o Encontro das Águas onde os rios Negro e Solimões escorregam lado a lado sem se misturarem, é navegar entre vitórias-régias e garças no arquipélago de Anavilhanas, ou subir às torres do MUSA para contemplar espécies exóticas suspensas sobre passadeiras aéreas. Visitar Manaus é isto tudo e é testemunhar a arte viva da biodiversidade da selva que sempre tomou conta da cidade e da sua vida social e cultural.
Invocar a Amazónia é pensar em conservação da Natureza, em preservação do nosso Planeta em ecologia e sustentabilidade. Aqui a beleza é gigante, a natureza é universal. Alguém disse um dia que “A Amazónia é o berço da nossa existência, a raiz do nosso futuro.”
Sentir o ar morno e húmido abraçando as árvores ancestrais, permitir que a brisa aquática desate memórias adormecidas, escutar o trinado do uirapuru silenciando a floresta, remeter-se ao canto mítico e encantado no momento em que tudo parece parar para escutá-lo.
Encantar-se com reflexos de dourado e púrpura nas águas, imaginar mistérios de tribos perdidas e segredos em galhos antigos, desejar que cada passo revele um fragmento oculto da selva, despertar a sede de descobrir além do visível, sentir o convite latente desta experiência como o prelúdio de jornadas futuras. Esta é uma viagem única pelo coração verde do mundo.